Génese

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Como tudo começou?

Como sabemos, tudo tem um início, meio e fim e este caminho não é exceção!

No início, a partir de uma ideia, esta deu lugar ao encontro, primeiro, entre duas pessoas cuja formação, sendo da área social, tinham um objetivo em comum – A Psicologia – em sentido lato, e em sentido restrito – Apoiar quem sofre de ansiedade.  Tendo o ímpeto e a motivação para atenuar o flagelo da saúde mental, dado o que se passa ao nosso redor – não só quem está próximo, mas conhecendo os números e estatísticas na área da saúde mental – pareceu-nos pertinente esta problemática bastante atual!

Mas, sem dúvida uma das nossas “Ansiedades” concretiza-se na falta de recursos e respostas por parte do Sistema Nacional de Saúde e preços praticados nos privados, incomportáveis para a maior parte das pessoas; mas também na falta de conhecimento existente por parte dos cuidadores formais e informais! Coloca-se a questão: “sabemos todos, agir e reagir face a um ataque de pânico!” Dito de outro modo, “como reagir caso aconteça consigo ou com quem está ao seu lado?”, numa situação concreta (na rua, no cinema, no elevador, numa ponte, etc.), sabe os passos que deve seguir, caso sinta palpitações, o coração acelerado, suores, falta de ar, angústia? E estamos a falar de sintomas genéricos, associados à Perturbação da Ansiedade Generalizada, pois existem outras tipologias mais complexas. E é neste último ponto que também decidimos intervir: é preciso clarificar, desmistificar, esclarecer, fundamentalmente!

Sabemos que esta é uma área que carece de alguma informação e por isso, esta causa é igualmente um motivo que nos levou a criar primeiro, um grupo de partilha e a seguir a própria Associação, que conta já com um grupo de associados (utentes, técnicos da área social e psicológica, profissionais de outras áreas).

No fundo, todos nós (associados ou não), temos um interesse em comum: “desvendar a psicologia da Ansiedade!” …

A APPA continua a sua senda… Como? Com avanços e recuos, sem nunca esquecer a primazia do ser humano… encarado como um todo, como uma única célula que faz parte da mesma génese!