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Quais são os principais factos relacionados com a Ansiedade

Numa infografia publicada pela Ordem dos Psicólogos, intitulada FACT SHEET | ANSIEDADE, é possível visualizar de uma forma simples, quais são os principais factos relacionados com a Ansiedade.

O QUE É?
A ansiedade é uma emoção desagradável, que sentimos quando algo nos assusta ou inquieta. É uma sensação de preocupação, nervosismo ou receio do que poderá acontecer.

IMPORTANTE!
Alguma ansiedade é natural. Demasiada é um problema. Todos sentimos ansiedade e até pode ser útil nalgumas situações, porque nos deixa mais alerta e focados. Mas quando é demasiado intensa, frequente e interfere com o nosso dia-a-dia, é um problema de Saúde Psicológica causador de mal-estar e consequências negativas na nossa vida.

1 EM CADA 6 PORTUGUESES…
tem um problema de ansiedade. A ansiedade afecta crianças, adolescentes, adultos e idosos. Existem diferentes problemas de Saúde Psicológica relacionados com a ansiedade (por exemplo, as fobias e os ataques de pânicos).

Quais são os principais factos relacionados com  a Ansiedade

COMO É SENTIR ANSIEDADE?
• Corpo: sinto o coração a bater muito rápido, falta de ar, tonturas, dor de barriga, tensão muscular, dor de cabeça…
• Pensamentos: preocupo-me constantemente com o futuro, com a possibilidade de falhar ou desiludir os outros; penso sempre o pior; estou
sempre a pensar na mesma coisa e não sou capaz de parar…
• Comportamentos: tenho dificuldade em dormir, em relaxar, em concentrar-me; evito pessoas ou locais ou situações que são difíceis para mim; fico irritável; afasto-me dos outros…

LEMBRE-SE!
Em momentos de crise como o que vivemos é natural sentirmo-nos ansiosos. Sentir ansiedade não é motivo de vergonha ou culpa.
Preencha a Checklist Como me Sinto?

PODEMOS GERIR A ANSIEDADE!
• Fale com alguém em quem confia. Partilhe os seus pensamentos e sentimentos com um familiar ou amigo.
• Foque-se em acções que consegue controlar. Quando sente maior ansiedade, respire fundo, planeie as refeições da semana, organize a sua secretária ou a gaveta das meias.
• Realize actividades físicas e outras que lhe dêem prazer.
• Distraia-se. Experimente desenhar, pintar, cozinhar ou ver uma série. Actividades repetitivas podem ajudar a relaxar e a concentrar-se em algo diferente.
• Escreva. Ponha os seus pensamentos e sentimentos no papel.
• Peça ajuda. Um Psicólogo tem um conjunto de ferramentas e intervenções baseadas na evidência científica e pode ajudar-nos a saber mais sobre a nossa ansiedade, a lidar melhor com ela e a mudar alguns dos nossos pensamentos e comportamentos de ansiedade. Um Psicólogo pode ajudar-nos a sentir melhor, mais relaxados e menos ansiosos, mais capazes de lidar com o que nos acontece e com as pessoas que nos rodeiam.

Para saber saber mais sobre quais são os principais factos relacionados com a Ansiedade
COVID-19: 3 Passos para lidar com a Ansiedade
COVID-19: Viver a Pandemia sem entrar em exageros!
COVID-19: A incerteza faz parte da vida – como lidar com ela?
Escola Saudavelmente: Ansiedade

Encontre uma Saída: #UmPsicólogoPodeAjudar.
Linha de Aconselhamento Psicológico SNS24 (808 24 24 24)

Ou contacte connosco, com a APPA Associação Portuguesa de Perturbações da Ansiedade

“O meu objetivo é não ter medo de nada”

Na edição digital do jornal Campeão das Províncias, do dia 28 de Outubro de 2020, na rubrica Saúde Mental, foi publicado o artigo, da autoria de Cátia Barbosa, com o título “O meu objetivo é não ter medo de nada”. Neste artigo, que a seguir se reproduz, é apresentado o testemunho de quem vive de mãos dadas com problemas do foro psicológico e como a APPA pode ajudar a ultrapassar estes problemas.

Portugal é o segundo país
da Europa com a taxa
mais elevada de doenças
psiquiátricas
“Portugal é o segundo país da Europa com a taxa mais elevada de doenças psiquiátricas” fonte: Campeão das Províncias

“Acreditamos mesmo que vamos morrer”. É desta forma que Jéssica Meireles descreve o que sente desde tenra idade. Os ataques de pânico acompanharam-na toda a vida, tornando-a prisioneira de si mesma. “Não conseguia sair de casa para fazer rigorosamente nada, porque andar 5 ou 10 metros já me fazia sentir imensa falta de ar e, consequentemente, ter ataques de pânico e aquela sensação de morte eminente”, afirma.

Jéssica sofre de ataques de pânico desde os três anos de idade e, por isso, nunca soube o que é ter uma vida completamente livre.

“Trabalhar sempre consegui, com excepção da ida para casa em que, grande parte das vezes, me sentia mal e tinha ataques de pânico e de ansiedade”, revela. Esta patologia traz-lhe a sensação de que pode morrer a qualquer instante, já que “o coração acelera de tal forma que a pessoa sente mesmo que vai desfalecer”, confessa.

Jéssica Meireles é apenas um dos muitos rostos que vivem de mãos dadas com problemas do foro psicológico. Ana Santos, fundadora da Associação Portuguesa das Perturbações da Ansiedade (APPA) sublinha que “há cada vez mais pessoas a sofrer desta patologia”, acrescentando que “mais de milhão e meio de portugueses sofre de uma perturbação de ansiedade”.

Formada em serviço social e com uma pós-graduação em ciências da família, Ana Santos sempre conviveu com pessoas que vivem com esta doença. Apercebendo-se de que havia necessidade de criar algum tipo de apoio para estes doentes, Ana Santos decidiu juntar-se a Teresa Fortes, psicóloga social, e fundar a APPA. “A pessoaque sofre de ansiedade, por vezes, não tem o acompanhamento desejável e permanente, porque o Serviço Nacional de Saúde (SNS) não consegue dar uma resposta eficaz e efectiva”, afirma Ana Santos.

Se a APPA se foca em patologias associadas à ansiedade, a “Pineapple Mind” abre o seu leque a qualquer problema relacionado com saúde mental. Esta associação nasce pelas mãos de Diana Pereira, com o desejo de passar a mensagem de que “a mente também dói”. “O que nós tentamos fazer é divulgar informação credível e que seja simples de perceber tanto para as pessoas que nos seguem como através de palestras”, afirma a presidente do projecto. Nesse sentido, a estudante do último ano de Medicina, tenta adaptar cada palestra ao público-alvo a que se dirige. A ambição passa ainda por “dar palestras em empresas, falar da produtividade e do modo como ela se relaciona com a saúde mental”, acrescenta.

“NÃO É AO NÃO FALAR DE UM TEMA QUE ELE DESAPARECE OU SE RESOLVE SOZINHO”

Lúcia Menezes conhece bem esta realidade. É coordenadora de sensibilização,

na “Pineapple Mind”, e considera que esta “é uma boa oportunidade para poder colocar os meus conhecimentos em prol de quem necessita”.

Nesse sentido, a psicóloga acredita que é importante falar sobre saúde mental, sobretudo, porque “apesar dos esforços em tentar acabar com o estigma, ele ainda existe na sociedade”. Diana Pereira concorda com a colega e crê que esta temática ainda é um tabú. “Há pessoas que ainda têm a mente muito fechada e, precisamente pela falta de informação que lhes chega, ainda têm alguns preconceitos quanto a esta área”, afirma.

A verdade é que o preconceito a que Diana se refere é sentido por quem vive este tipo de patologias. É o caso de Jéssica Meireles. A jovem conta que nunca partilhou a sua luta contra os ataques de pânico com colegas ou amigos. “Eu tentava sempre esconder, até porque, na escola, o ‘palhacinho’ do grupo era eu e tinha receio de perder alguma credibilidade perante eles”, confessa, acrescentando que “sinto, realmente, que somos olhados de lado. Somos muito desvalorizados”.

Com o propósito de apoiar casos como o de Jéssica, a “Pinneaple Mind” dispõe de um corpo juvenil, constituído por voluntários que já enfrentaram algum tipo de patologia ou que, simplesmente, se interessem pelo tema da saúde mental. Estes jovens são, assim, o ombro amigo de quem os procura para desabafar. “Tentamos emparelhar as pessoas consoante a patologia, idade ou sexo, de forma a que possam ensinar coisas um ao outro. É uma partilha”, afirma Diana Pereira. Além disso, a associação usufrui de várias parcerias para que, sempre que necessário, as pessoas sejam encaminhadas para profissionais da área.

Lúcia Menezes orgulha-se de dizer que este projeto tem a vantagem “de sensibilizar para a saúde mental” e que “não é ao não falar de um tema que ele desaparece ou se resolve sozinho”. Segundo a jovem, em Portugal, as entidades responsáveis têm enfrentado diversos desafios no que diz respeito a este tema. “Os meios não esticam e a realidade é que existem muitos pedidos de ajuda. (…) Não existem ainda muitos psicólogos, pelo menos no SNS, para fazer face ao que é necessário”, refere.

“MENTE SÃ, CORPO SÃO”: IMPORTÂNCIA DE CUIDAR DA SAÚDE MENTAL

A aprendizagem sobre como olhar para o tema da saúde mental vai além do simples facto de se falar sobre ele. Ana Santos alerta para a necessidade de estudá-lo e compreender as suas necessidades. “Cada vez mais, as pessoas tomam medicação para combater a ansiedade e nós sabemos que a medicação não é suficiente”, esclarece. A fundadora da APPA defende que este tipo de esclarecimentos devem ser transmitidos através de campanhas de sensibilização. “É necessário alertar para estas questões da saúde mental e alertar para a quantidade excessiva de fármacos que as pessoas tomam para atenuar as doenças”, afirma.

Desde que os ataques de pânico tomaram conta da sua vida, Jéssica Meireles não desistiu de procurar ajuda. A experiência leva-a a acreditar que o tema da saúde mental não é tratado da forma correta. “Estivemos sempre habituados a curar qualquer tipo de doença com medicação”, afirma. A jovem garante ainda que sempre que procurou auxílio foram-lhe receitados comprimidos e que, à medida que o tempo passava, estes foram deixando de surtir efeito e a situação foi-se agravando.

Recentemente, Jéssica alargou as suas pesquisas e descobriu a psicanálise. Depois de ler e ouvir vários testemunhos de pessoas que enfrentam a mesma batalha, a jovem decidiu recorrer à “Clínica da Mente” e garante que, em apenas duas sessões, alcançou resultados que a medicação nunca lhe permitiu atingir.

“Eu posso dizer que saí do trabalho e acabei por não ir para casa. Estou no shopping”, refere entre risos. Feito que, antes, não lhe passaria sequer pela cabeça. “Eu saía do trabalho, apanhava o autocarro e ia a correr para casa”, recorda.

Atualmente, Jéssica confessa que sente “mais confiança” e que, aos poucos, começa a alcançar a liberdade com que sempre sonhou: “O meu objetivo é não ter medo de nada”.

Um livro infantil que aborda o tema da Ansiedade

O livro com o título “NEE Superpoderes 4: Um Dia em Grande: Um Livro sobre Ansiedade“, trata-se de um livro infantil que aborda o tema da Ansiedade a partir de um relato sobre uma menina que se sente muito ansiosa com a apresentação que tem de fazer diante da sua turma. Entretanto, quando descobre que o seu colega João está triste, a Rita esquece-se da apresentação e faz tudo para animar o amigo.

NEE Superpoderes 4: Um Dia em Grande: Um Livro sobre Ansiedade

A Coleção Superpoderes, com ilustrações apelativas e expressivas que acompanham histórias ternurentas e encorajadoras, celebra os traços positivos associados às Necessidades Educativas Especiais (NEE), ajudando as crianças a entenderem e lidarem com as suas NEE.

Com esta coleção, a autora Dra Tracy Packiam Alloway, especialista em Psicologia Cognitiva e Educacional, tem como objetivo, trabalhar a inclusão de forma natural e encorajadora, os pais e educadores não vão ser apanhados desprevenidos com as inesperadas e difíceis questões das crianças. Inclui um guia com estratégias bem delineadas para enfrentar o dia a dia, passos seguros e dicas simples de aplicar.


A APPA é uma Associação, sem fins lucrativos, que tem por objetivo apoiar toda e qualquer pessoa, que sofra de uma das Perturbações da Ansiedade e/ou outras patologias afins, a preços acessíveis. Saber mais sobre a APPA

Psicologia de Orientação Psicanalítica

Neste artigo a autora apresenta a importância da psicologia clínica, de orientação psicanalítica, na relação entre a pessoa e o psicoterapeuta, para que a pessoa possa (re)começar a viver.

Psicologia de Orientação Psicanalítica

A psicologia clínica é um mundo.

Existem várias orientações teóricas, técnicas e práticas diversas, o que se traduz em várias formas de olhar, diferentes perspetivas, lupas até, para perceber e compreender o Ser Humano.

O psicólogo, ou psicoterapeuta, tal como a pessoa que procura ajuda, é um Ser Humano. E como Ser Humano, também tem as suas coisas. Sente coisas. Tem um passado, um presente e um futuro. E por ser Ser Humano, tem direito às suas coisas, mas também, tem a responsabilidade de pensá-las, transformá-las. E, para poder transformá-las, deverá fazer a sua psicoterapia pessoal (ser ele o sujeito!).

Assim como, deverá ser seguido em supervisão clínica e intervisão clínica, juntamente com outros profissionais da área. O terapeuta, deve estar bem resolvido. Isto porque tem à sua responsabilidade pessoas. Pessoas estas que procuram a sua ajuda. Pessoas estas que precisam de colo (um colo mental). Estas pessoas, muitas vezes, estão num sofrimento tal que nenhuma palavra pode, ou consegue, definir o que sentem. Às vezes, o silêncio também fala… grita, chora, enlouquece.

Estas pessoas, precisam urgentemente de renascer. Voltar a ser. Para isso, pessoa e terapeuta têm de se encontrar. Pela humanidade, pelas características de ambos, pela intuição, pela teoria e pela técnica e juntos constroem uma nova relação: a relação terapêutica, sã e sanígena, capaz de amar e fazer amar, criativa e criadora, molde para as relações do mundo extra-consultório.

Este encontro a dois, é uma verdadeira co-construção. O terapeuta não é o detentor da verdade absoluta. O sujeito não é o único que sofre. É uma nova relação que se estabelece. Uma relação bidireccional. Este encontro, propicia o estar com.

Estar com, é estar com a pessoa. É perceber e ter-se interesse pela aquela pessoa – e isto, é fundamental em qualquer prática clínica. É sentir e desenvolver sentires múltiplos: quer paciente, quer psicoterapeuta. É escutar o outro, sem julgamentos ou compreensões precipitadas. É estar atento, é ser empático. É receber o outro e acolhê-lo de forma incondicional. Aceitá-lo. Tolerar a diferença. É também pensar com. Ajudar a que a pessoa se pense. É poder transformar aquilo que não tem nome. Dar-lhe um sentido. Potenciar a transformação. Estar verdadeiramente nesta nova relação, a relação terapêutica, sem memória e sem desejo. Estar. Ser presença. Ser suficiente. Ter amor à verdade.


Assim, a psicologia clínica de orientação psicanalítica, a minha psicologia clínica, é um encontro a dois. A sós. Para que depois, a pessoa, possa (re)começar a viver. É um renascer no útero mental do psicoterapeuta em direção à vida que estava em suspenso, “sozinho e em relação com o mundo de todas as coisas, seres e pensamentos”.

Ser-se psicólogo, é também ser “catalisador da reação espontânea” e permitir que um outro possa reparar o que quiser da sua realidade, abrindo portas para que este outro possa relacionar-se melhor consigo e com o mundo. Ou, de forma abreviada, ser-se “a chave de ignição que precisava para as coisas lá fora” como me disse um dos meus pacientes. Esta é a psicologia clínica que em que acredito e “que sorte tenho eu… de me pagarem e ainda por cima poder aprender com os meus pacientes”.

Autora: Soraya Bento Morais, Psicóloga Clínica, Dezembro 2019

Serviços APPA

Mutismo Seletivo

O mutismo seletivo, dentro das tipologias da ansiedade, é uma perturbação de ansiedade caraterizada pela ausência da fala em um ou mais contextos. O mutismo seletivo consiste na incapacidade persistente de falar em situações sociais específicas, como por exemplo, na escola. Esta alteração interfere com o rendimento escolar, laboral ou na interação social com os pares. A duração da perturbação é de, pelo menos um mês (não limitada ao primeiro mês de escola). Este bloqueio de falar não é devido à falta de conhecimentos ou de familiaridade com a língua requerida na situação social.

Fonte: DSM-5 Edição ARTMED EDITORA LTDA., Porto Alegre, 2014

Outros links: Mutismo Seletivo na Wikipedia.

mutismo seletivo

Fobia específica

Uma fobia específica, dentro das tipologias da ansiedade, consiste no medo persistente, excessivo ou irracional perante uma situação ou objeto em particular. Geralmente o indivíduo tende a evitar aquela situação específica, mas, caso a exposição ocorra, a ansiedade pode escalar até ao nível de um ataque de pânico.

O medo de insetos, medo de alturas, medo da água, medo de andar de avião, entre outros, são medos muito comuns. Contudo, quando o medo é direcionado para uma determinada situação ou objeto e este passa a ser limitativo ou a influenciar diretamente a vida do indivíduo, é considerado como uma fobia específica

Fonte: DSM-5 Edição ARTMED EDITORA LTDA., Porto Alegre, 2014

Outros links: Fobia específica na Wikipedia

fobia específica

Perturbação da Ansiedade de Separação

A Perturbação da Ansiedade de Separação, dentro das tipologias da ansiedade, consiste no medo exagerado em relação à separação de figuras de apego. Trata-se de uma ansiedade excessiva, para a idade de desenvolvimento da criança. Quem sofre desta perturbação sente um medo persistente quando é afastado (a) da mãe, pai, ou outra pessoa significativa. Muito embora, esta perturbação seja mais frequente na infância e adolescência, também pode ser expressa durante a idade adulta. Os indivíduos são relutantes ou recusam-se a sair de casa sozinhos devido ao medo de separação.

Fonte: DSM-5 Edição ARTMED EDITORA LTDA., Porto Alegre, 2014

Outros links: Perturbação da Ansiedade de Separação na Wikipedia

ansiedade de separação

Ansiedade Induzida por Substâncias/Medicamentos

Ansiedade induzida por substâncias/medicamentos

A Perturbação da Ansiedade induzida por substâncias/medicamentos, dentro das tipologias da ansiedade, caracteriza-se pela frequência de sintomas proeminentes e comuns a outras perturbações. Geralmente estes “sinais de alerta” são uma consequência fisiológica direta da ingestão de uma droga, medicamento ou exposição tóxica

Fonte: DSM-5 Edição ARTMED EDITORA LTDA., Porto Alegre, 2014

Outros links: Ansiedade Induzida por Substâncias/Medicamentos no Manual MSD

Agorafobia medo fóbico de espaços abertos e ou fechados

Agorafobia medo fóbico de espaços abertos e ou fechados

Agorafobia é uma perturbação de ansiedade, dentro das tipologias da ansiedade, que consiste no medo fóbico de espaços abertos e ou fechados, o indivíduo sente medo quando se encontra em situações percecionadas como inseguras, das quais, sente dificuldade em sair. Para além do medo fóbico dos espaços abertos, a perturbação agorafobia pode incluir outros medos, designadamente: medo de utilizar transportes públicos (comboios, autocarros, metro), medo de espaços fechados (túneis, elevadores, lojas, cinemas), medo de estar sozinho em casa, e/ou estar longe de casa. O paciente poderá sentir ansiedade quando permanece numa fila ou quando está no meio de uma multidão. Esta fobia pode limitar a realização das atividades da vida diária e reduzir a qualidade de vida da pessoa.

Fonte: DSM-5 Edição ARTMED EDITORA LTDA., Porto Alegre, 2014

Outros links: Agorafobia na Wikipedia